17 de janeiro de 2008
Uma dor sem resposta
E quando alguém que está terminando um relacionamento, cheio de medo e coragem misturados, pergunta: "Será que um dia eu serei feliz para sempre?", o que é que se responde?
14 de janeiro de 2008
- Você se apaixona?
- Ahn?? Se eu me apaixono?
- A impressão que tenho é que você é tão independente, mas tão independente, que é auto-suficiente...
Sim, eu me apaixono. Me apaixono e gosto de me apaixonar. Me apaixono fácil e acho este o tempero mais gostoso da vida. Me apaixono por detalhes e busco razões em tudo para me sentir apaixonada. Que seja um beijo, um segundo, um relance. Adoro me sentir encantada e encontrar motivos para que meus olhos brilhem. Eu futuco, eu observo, eu pergunto, eu garimpo. Eu preciso descobrir e matar minhas muitas sedes. Sempre me entrego, seja qual for o modo que esta entrega possa ser vivida. Não quero o mais ou menos, nem a sensação de estar gastando meu tempo com algo que não tenha poder de ser fulminante – e me esbaldo com a intensidade que não sei deixar de ter ao experimentar o mundo. Eu sou assim, uma pessoa de paixões. Sou tão dada e escrava do que sinto que me torno contraditoriamente independente. Sou dona do que sou e não tenho medo do que desejo. Sim, eu me apaixono, me apaixono sempre. Nunca é vão.
- A impressão que tenho é que você é tão independente, mas tão independente, que é auto-suficiente...
Sim, eu me apaixono. Me apaixono e gosto de me apaixonar. Me apaixono fácil e acho este o tempero mais gostoso da vida. Me apaixono por detalhes e busco razões em tudo para me sentir apaixonada. Que seja um beijo, um segundo, um relance. Adoro me sentir encantada e encontrar motivos para que meus olhos brilhem. Eu futuco, eu observo, eu pergunto, eu garimpo. Eu preciso descobrir e matar minhas muitas sedes. Sempre me entrego, seja qual for o modo que esta entrega possa ser vivida. Não quero o mais ou menos, nem a sensação de estar gastando meu tempo com algo que não tenha poder de ser fulminante – e me esbaldo com a intensidade que não sei deixar de ter ao experimentar o mundo. Eu sou assim, uma pessoa de paixões. Sou tão dada e escrava do que sinto que me torno contraditoriamente independente. Sou dona do que sou e não tenho medo do que desejo. Sim, eu me apaixono, me apaixono sempre. Nunca é vão.
7 de janeiro de 2008
Repentistas
Esta mereceu sair das páginas do fotolog e vir pro blog.
A bela e a fera
Era sexta-feira à noite, nada interessante pra fazer,
Talvez assistir Globo Repórter Especial na TV.
Dei (lá ele) uma olhada no jornal atrás de novidade,
Algo de novo acontecendo pela cidade.
Mas a impressão é que nada acontecia
Justamente em Salvador, a cidade da magia.
Ok, exagero meu. Se quisesse na jaca meter o pé,
Podia pagar pra ver o show do Parangolé.
Shows desse tipo, entretanto, não vou amiúde
Pois acredito que fazem muito mal a saúde.
Permaneci pensando, então – eterna labuta –
Quase sucumbindo a um tédio filho da ....
Estava disposto a pegar a moto, até ir tomar um vinho
Só pra não ficar em casa me deprimindo sozinho.
Foi quando tocou o telefone e era o meu amigo Xandão
Convidando-me pra aparecer no Balcão.
Justamente onde tinha passado meu reveillon,
A BANDA DE ROCK estaria fazendo um som!
Saltei da poltrona, não contei conversa
E me arrumei em poucos minutos com muita pressa
Pois, incrivelmente, no momento atual
Ainda existe uma banda relativamente pontual,
E também eu já estava certo que o meu dia
Necessitava ao menos uma boa melodia
Para que eu fosse, sei lá quando, dormir em paz
Pois axé, pagode e arrocha eu não agüento mais.
Na mesma mesa: Renaty, Nanda e Xandão...
Uma overdose de amigos pra esse velho coração!
Eu estava emocionado, bobo que sou,
Com as pessoas que amo além do bom e velho rock n roll!
E naquela noite, ainda sentado à mesa
Fiquei feliz com a grata surpresa
De que a melhor banda de rock do mundo (há quem jure!!!)
Teria o retorno de Ricardo Cury.
Foi quando vi chegar, entre todas, a maior Cascadurete:
Ninguém mais ninguém menos que Paula Berbert!
Educadamente falou com todos e sentou ao nosso lado
Chamou o garçon e pediu logo um destilado!
Um drink aqui, outro acolá
E eu pensando: quero ver onde isso vai dar!
De repente, levantou-se como se fosse sair
Mas que nada! Sem qualquer medo de cair
Num rompante, sem eira nem beira,
Suspendeu o vestido e pulou pra cima da cadeira!
Alheia aos amigos que permaneciam se preocupando,
Paula, com passinhos seguros e leves seguia dançando.
Dois rapazes espertos, nada trouxas,
Ficaram boquiabertos com o par de coxas
Aparecendo por baixo daquele vestido
Que com uns 50cm a mais tornar-se-ia apenas semi-comprido!
O mais interessado de todos no ocorrido, entretanto,
Estava ali, sentadinho ao lado, bem no canto
Aproveitando, de forma sucinta e apropriada o grato ensejo
Para expressar, em nome de todos os homens, por Paulinha, desejo!
Vocês, leitores, não acham que diante da deusa, nosso querido Xandão
Mais se assemelha com um fofíssimo cachorro pidão!?

Retribuição!
Era sexta-feira à noite, eu do outro lado da cidade
Doida para ir ao Rio Vermelho matar a saudade
Minha Primoca estaria lá com os amigos
Entre eles o cara que “eu já gosto”, o tal do Lubisco
Cheguei feliz e contente e me aproximei
E uma singela dose de vodka eu solicitei
Uma apenas, umazinha só
Só para aquecer e a festa ficar melhor
E no impulso natural que no meu sangue corre
Levantei-me para dançar – nada a ver com porre!
Querendo manter a honra e a tradição
Subi na cadeira, com meu copo na mão
Apenas uma cena ingênua, como podem notar
Passinhos de danças, risos e poses pra fotografar
O vestido era curto, mas nem era esse exagero!
Estava tudo bem coberto, nao me deixe em desespero
O bom comportamento reinou com maestria
Nada que não fosse simples expressão de alegria!
Xandão, bom ator, criou a cena ao meu lado
Para virar foto engraçadinha, tudo bem montado.
Agora abro a internet e me deparo com a surpresa
Depois da gargalhada, retribuo a gentileza
Cheguei a pensar se me sentia homenageada,
Se morria de vergonha ou se ficava aqui chocada
Mas, na real, caretice não é comigo não
E eu vejo tudo isso com enorme emoção!
Agora que consegui parar de chorar de rir
Venho cheia de orgulho registrar aqui:
Eu sou mesmo uma pessoa muito privilegiada
Por ter ao meu redor tanta gente inspirada
Obrigada pela homenagem, Lubisco e Primoca queridos
Obrigada tambem a Xandão, assistente preferido
Me despeço feliz e emocionada, me sentindo A famosa
Na torcida de que venham muito mais noites deliciosas!
Retribuição da retribuição
Ora, ora quem diria!
Disso realmente não sabia!
Além da perna atlética
Paula tem uma veia poética!
Mostrou-se muito hábil
Com rima fluida, divertida e ágil.
Porém, tão ruim como sentir fome
É conseguir rima para o meu nome.
Humildemente, Paulinha, estendo a mão
E deixo aqui uma pequena lição:
Não fazia sol, caía um leve chuvisco.
E um amigo meu, que rompera o menisco
Ficava em casa fazendo rabisco
Vendo televisão e comento petisco.
De comer tudo e tanto, menos marisco,
- Sempre refogado com tempero Arisco -
Ficou grande como um obelisco.
Brincadeiras à parte,
Aproveitemos esse pé na arte!
Que se divulgue no A Tarde, Istoé e Veja
O nascimento de uma dupla nada sertaneja
Pronta pra, sem modéstia alguma, dar aula.
Abram alas, senhoras e senhores, a Lubisco & Paula.
A bela e a fera
Era sexta-feira à noite, nada interessante pra fazer,
Talvez assistir Globo Repórter Especial na TV.
Dei (lá ele) uma olhada no jornal atrás de novidade,
Algo de novo acontecendo pela cidade.
Mas a impressão é que nada acontecia
Justamente em Salvador, a cidade da magia.
Ok, exagero meu. Se quisesse na jaca meter o pé,
Podia pagar pra ver o show do Parangolé.
Shows desse tipo, entretanto, não vou amiúde
Pois acredito que fazem muito mal a saúde.
Permaneci pensando, então – eterna labuta –
Quase sucumbindo a um tédio filho da ....
Estava disposto a pegar a moto, até ir tomar um vinho
Só pra não ficar em casa me deprimindo sozinho.
Foi quando tocou o telefone e era o meu amigo Xandão
Convidando-me pra aparecer no Balcão.
Justamente onde tinha passado meu reveillon,
A BANDA DE ROCK estaria fazendo um som!
Saltei da poltrona, não contei conversa
E me arrumei em poucos minutos com muita pressa
Pois, incrivelmente, no momento atual
Ainda existe uma banda relativamente pontual,
E também eu já estava certo que o meu dia
Necessitava ao menos uma boa melodia
Para que eu fosse, sei lá quando, dormir em paz
Pois axé, pagode e arrocha eu não agüento mais.
Na mesma mesa: Renaty, Nanda e Xandão...
Uma overdose de amigos pra esse velho coração!
Eu estava emocionado, bobo que sou,
Com as pessoas que amo além do bom e velho rock n roll!
E naquela noite, ainda sentado à mesa
Fiquei feliz com a grata surpresa
De que a melhor banda de rock do mundo (há quem jure!!!)
Teria o retorno de Ricardo Cury.
Foi quando vi chegar, entre todas, a maior Cascadurete:
Ninguém mais ninguém menos que Paula Berbert!
Educadamente falou com todos e sentou ao nosso lado
Chamou o garçon e pediu logo um destilado!
Um drink aqui, outro acolá
E eu pensando: quero ver onde isso vai dar!
De repente, levantou-se como se fosse sair
Mas que nada! Sem qualquer medo de cair
Num rompante, sem eira nem beira,
Suspendeu o vestido e pulou pra cima da cadeira!
Alheia aos amigos que permaneciam se preocupando,
Paula, com passinhos seguros e leves seguia dançando.
Dois rapazes espertos, nada trouxas,
Ficaram boquiabertos com o par de coxas
Aparecendo por baixo daquele vestido
Que com uns 50cm a mais tornar-se-ia apenas semi-comprido!
O mais interessado de todos no ocorrido, entretanto,
Estava ali, sentadinho ao lado, bem no canto
Aproveitando, de forma sucinta e apropriada o grato ensejo
Para expressar, em nome de todos os homens, por Paulinha, desejo!
Vocês, leitores, não acham que diante da deusa, nosso querido Xandão
Mais se assemelha com um fofíssimo cachorro pidão!?
Retribuição!
Era sexta-feira à noite, eu do outro lado da cidade
Doida para ir ao Rio Vermelho matar a saudade
Minha Primoca estaria lá com os amigos
Entre eles o cara que “eu já gosto”, o tal do Lubisco
Cheguei feliz e contente e me aproximei
E uma singela dose de vodka eu solicitei
Uma apenas, umazinha só
Só para aquecer e a festa ficar melhor
E no impulso natural que no meu sangue corre
Levantei-me para dançar – nada a ver com porre!
Querendo manter a honra e a tradição
Subi na cadeira, com meu copo na mão
Apenas uma cena ingênua, como podem notar
Passinhos de danças, risos e poses pra fotografar
O vestido era curto, mas nem era esse exagero!
Estava tudo bem coberto, nao me deixe em desespero
O bom comportamento reinou com maestria
Nada que não fosse simples expressão de alegria!
Xandão, bom ator, criou a cena ao meu lado
Para virar foto engraçadinha, tudo bem montado.
Agora abro a internet e me deparo com a surpresa
Depois da gargalhada, retribuo a gentileza
Cheguei a pensar se me sentia homenageada,
Se morria de vergonha ou se ficava aqui chocada
Mas, na real, caretice não é comigo não
E eu vejo tudo isso com enorme emoção!
Agora que consegui parar de chorar de rir
Venho cheia de orgulho registrar aqui:
Eu sou mesmo uma pessoa muito privilegiada
Por ter ao meu redor tanta gente inspirada
Obrigada pela homenagem, Lubisco e Primoca queridos
Obrigada tambem a Xandão, assistente preferido
Me despeço feliz e emocionada, me sentindo A famosa
Na torcida de que venham muito mais noites deliciosas!
Retribuição da retribuição
Ora, ora quem diria!
Disso realmente não sabia!
Além da perna atlética
Paula tem uma veia poética!
Mostrou-se muito hábil
Com rima fluida, divertida e ágil.
Porém, tão ruim como sentir fome
É conseguir rima para o meu nome.
Humildemente, Paulinha, estendo a mão
E deixo aqui uma pequena lição:
Não fazia sol, caía um leve chuvisco.
E um amigo meu, que rompera o menisco
Ficava em casa fazendo rabisco
Vendo televisão e comento petisco.
De comer tudo e tanto, menos marisco,
- Sempre refogado com tempero Arisco -
Ficou grande como um obelisco.
Brincadeiras à parte,
Aproveitemos esse pé na arte!
Que se divulgue no A Tarde, Istoé e Veja
O nascimento de uma dupla nada sertaneja
Pronta pra, sem modéstia alguma, dar aula.
Abram alas, senhoras e senhores, a Lubisco & Paula.
28 de dezembro de 2007
Eu amo muito minha vida
Depois me perguntam porque eu repito todo dia o quanto sou uma mulher de sorte.
Manolo diz:
viva a vodka
Paula diz:
viva!
Manolo diz:
love ya
Manolo diz:
muito louco a gente sentir um amor tamanho a ponto de ter que verbalizar [ou digitar] de tempos em tempos
Manolo diz:
quero vc pra vida inteira
Manolo diz:
te amar
Manolo diz:
te proteger
Manolo diz:
te compartilhar
Manolo diz:
te rir
Paula diz:
meu deus
Paula diz:
mega me deu uma alegria aqui no peito
Paula diz:
esquentou e tudo
Paula diz:
muito muito recíproco
Paula diz:
quero tudo isso e mais
Paula diz:
e amo saber que te tenho aqui
Paula diz:
ai
Paula diz:
que delícia
Paula diz:
AMO VOCÊ
Paula diz:
Ê!!!!
Manolo diz:
ADORO TEU ''Ê''
Paula diz:
êêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêê!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Manolo diz:
vou fazer um mantra agora
Manolo diz:
só entro em Londres
Manolo diz:
quando vc for ao meu lado
Paula diz:
adorei
Paula diz:
pronto
Paula diz:
vamos juntos
Paula diz:
nós dois
Paula diz:
a Londres
Paula diz:
caralho
Paula diz:
fechou
Manolo diz:
pois já é
Paula diz:
obrigada
Paula diz:
por existir em minha vida
Manolo diz:
vai ser um agradecimento especial na virada
Manolo diz:
por ter-te mais em 2007
Manolo diz:
sabendo de ter-te mais e mais em 2008
Manolo diz:
2009
Manolo diz:
2010...
Manolo diz:
...
Paula diz:
vou dedicar um obrigada especial a isso, sem dúvidas
Manolo diz:
tenho certeza que este ano vou chorar
Manolo diz:
na virada
Paula diz:
eu choro sempre
Manolo diz:
aliás
Manolo diz:
posso dizer
Manolo diz:
sem muito medo de errar
Manolo diz:
vc é o meu presente de 2007
Paula diz:
vc
Paula diz:
não
Paula diz:
tem
Paula diz:
noção
Paula diz:
de
Paula diz:
como
Paula diz:
me
Paula diz:
sinto
Paula diz:
socorro
Paula diz:
vou explodir aqui e já volto
Manolo diz:
VC QUER UM HOMEM PRA VIDA INTEIRA?
Paula diz:
depende do homem e depende pra quê
Manolo diz:
SIM OU NÃO?
Manolo diz:
QUER UM HOMEM PRA VIDA INTEIRA?
Paula diz:
quero
Manolo diz:
VOCÊ TEM
Manolo diz:
CINCO AO MENOS
Manolo diz:
PAI
Manolo diz:
IRMÃO
Manolo diz:
TUCA
Manolo diz:
ANGELO
Manolo diz:
MANOLO
Paula diz:
nossa
Paula diz:
nem tem noção do meu sorrisão aqui
Manolo diz:
E OUTROS QUE SEI QUE VC TEM
Manolo diz:
NÃO QUE EU QUEIRA ME COLOCAR NA QUINTA POSIÇÃO
Manolo diz:
APENAS CITEI OS QUE TENHO CERTEZA QUE TE SÃO PRA VIDA INTEIRA
Manolo diz:
E RABUJA, SORRY
Paula diz:
não existem muitos mais, mas estes são suficientes
Paula diz:
e valem cada gotinha do amor que sinto por eles
Manolo diz:
SUA PERVERTIDA
Manolo diz:
MULHER DE 6 HOMENS
Paula diz:
hahahaha
Paula diz:
iuhuuuuuuu
Paula diz:
e olha
Paula diz:
lembre que tenho dois irmãos
Paula diz:
mais um na lista
Manolo diz:
AH TAH
Manolo diz:
SORRY AGAIN
Paula diz:
ai, meu deus, eu amo minha vida
Manolo diz:
A CASA DOS SETE HOMENS
Paula diz:
minha minissérie
Manolo diz:
VC PULSA
Manolo diz:
VC VIBRA
Paula diz:
e vou ficar metida a besta
Manolo diz:
UHAUHAUHAUHUAHUHAUHA
Manolo diz:
FICA MESMO
Manolo diz:
TEM TODO DIREITO
Manolo diz:
SUA BOBOCA
Manolo diz:
BESTONA
Manolo diz:
viva a vodka
Paula diz:
viva!
Manolo diz:
love ya
Manolo diz:
muito louco a gente sentir um amor tamanho a ponto de ter que verbalizar [ou digitar] de tempos em tempos
Manolo diz:
quero vc pra vida inteira
Manolo diz:
te amar
Manolo diz:
te proteger
Manolo diz:
te compartilhar
Manolo diz:
te rir
Paula diz:
meu deus
Paula diz:
mega me deu uma alegria aqui no peito
Paula diz:
esquentou e tudo
Paula diz:
muito muito recíproco
Paula diz:
quero tudo isso e mais
Paula diz:
e amo saber que te tenho aqui
Paula diz:
ai
Paula diz:
que delícia
Paula diz:
AMO VOCÊ
Paula diz:
Ê!!!!
Manolo diz:
ADORO TEU ''Ê''
Paula diz:
êêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêê!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Manolo diz:
vou fazer um mantra agora
Manolo diz:
só entro em Londres
Manolo diz:
quando vc for ao meu lado
Paula diz:
adorei
Paula diz:
pronto
Paula diz:
vamos juntos
Paula diz:
nós dois
Paula diz:
a Londres
Paula diz:
caralho
Paula diz:
fechou
Manolo diz:
pois já é
Paula diz:
obrigada
Paula diz:
por existir em minha vida
Manolo diz:
vai ser um agradecimento especial na virada
Manolo diz:
por ter-te mais em 2007
Manolo diz:
sabendo de ter-te mais e mais em 2008
Manolo diz:
2009
Manolo diz:
2010...
Manolo diz:
...
Paula diz:
vou dedicar um obrigada especial a isso, sem dúvidas
Manolo diz:
tenho certeza que este ano vou chorar
Manolo diz:
na virada
Paula diz:
eu choro sempre
Manolo diz:
aliás
Manolo diz:
posso dizer
Manolo diz:
sem muito medo de errar
Manolo diz:
vc é o meu presente de 2007
Paula diz:
vc
Paula diz:
não
Paula diz:
tem
Paula diz:
noção
Paula diz:
de
Paula diz:
como
Paula diz:
me
Paula diz:
sinto
Paula diz:
socorro
Paula diz:
vou explodir aqui e já volto
Manolo diz:
VC QUER UM HOMEM PRA VIDA INTEIRA?
Paula diz:
depende do homem e depende pra quê
Manolo diz:
SIM OU NÃO?
Manolo diz:
QUER UM HOMEM PRA VIDA INTEIRA?
Paula diz:
quero
Manolo diz:
VOCÊ TEM
Manolo diz:
CINCO AO MENOS
Manolo diz:
PAI
Manolo diz:
IRMÃO
Manolo diz:
TUCA
Manolo diz:
ANGELO
Manolo diz:
MANOLO
Paula diz:
nossa
Paula diz:
nem tem noção do meu sorrisão aqui
Manolo diz:
E OUTROS QUE SEI QUE VC TEM
Manolo diz:
NÃO QUE EU QUEIRA ME COLOCAR NA QUINTA POSIÇÃO
Manolo diz:
APENAS CITEI OS QUE TENHO CERTEZA QUE TE SÃO PRA VIDA INTEIRA
Manolo diz:
E RABUJA, SORRY
Paula diz:
não existem muitos mais, mas estes são suficientes
Paula diz:
e valem cada gotinha do amor que sinto por eles
Manolo diz:
SUA PERVERTIDA
Manolo diz:
MULHER DE 6 HOMENS
Paula diz:
hahahaha
Paula diz:
iuhuuuuuuu
Paula diz:
e olha
Paula diz:
lembre que tenho dois irmãos
Paula diz:
mais um na lista
Manolo diz:
AH TAH
Manolo diz:
SORRY AGAIN
Paula diz:
ai, meu deus, eu amo minha vida
Manolo diz:
A CASA DOS SETE HOMENS
Paula diz:
minha minissérie
Manolo diz:
VC PULSA
Manolo diz:
VC VIBRA
Paula diz:
e vou ficar metida a besta
Manolo diz:
UHAUHAUHAUHUAHUHAUHA
Manolo diz:
FICA MESMO
Manolo diz:
TEM TODO DIREITO
Manolo diz:
SUA BOBOCA
Manolo diz:
BESTONA
16 de dezembro de 2007
Quando eu crescer...
Eu juro que não sei se sinto raiva, despeito e inveja ou se me sinto agradecida, poupada e satisfeita, mas o fato é que vira e mexe eu me vejo instigada a falar sobre algum assunto, e então lembro que Alex já o fez, e certamente fez melhor do que eu faria. O que me conforta é que ele é mais velho, está temporalmente à minha frente, então eu aceito que ele tenha descoberto tudo antes de mim.
Estava eu outro dia conversando com Rabuja sobre arrogância e pretensão, e me sinto sempre meio ridícula quando me vejo repetindo literalmente as palavras de Alex. Minha única saída é assumir o título de Alexete que me conferiram. Fazer o quê? Ah, vá lá, não sou uma imitona qualquer, ele apenas me libera da tarefa de construir argumentos para defender meus piores pensamentos. Ô, Alex, obrigada por ter enlouquecido a tempo de não me deixar sozinha.
E para quem se interessar (e eu super recomendo que você se interesse), eis um curso básico sobre Alex Castro, uma das pessoas mais interessantes que eu conheci nesta minha humilde vidinha (bom, ao menos são meus preferidos e, ainda, ao menos são os que me lembrei em meio à busca rápida que fiz agora):
- Primeiro, o texto a que me referi na conversa citada, Tentativa de Definição de Arrogância.
- "As Prisões" foram a razão de eu ter me apaixonado por ele. Especialmente o texto sobre Segurança.
- Eu Sou Livre! - ô, pai, vê se me entende!
- Auto-Estima Sexual.
- Fábrica de Machistas.
- Pessoas que Acreditam em Coisas.
- Não Vou Ser Levado a Sério Se Falar as Coisas Só pra Criar Polêmica.
- Incrível Capacidade de Não-Escrever.
Ah, chega, Alex já me pediu para eu parar de fazer as pessoas odiá-lo.
Beijinho, beijinho, amigo, amigo, não zanga não!
Estava eu outro dia conversando com Rabuja sobre arrogância e pretensão, e me sinto sempre meio ridícula quando me vejo repetindo literalmente as palavras de Alex. Minha única saída é assumir o título de Alexete que me conferiram. Fazer o quê? Ah, vá lá, não sou uma imitona qualquer, ele apenas me libera da tarefa de construir argumentos para defender meus piores pensamentos. Ô, Alex, obrigada por ter enlouquecido a tempo de não me deixar sozinha.
E para quem se interessar (e eu super recomendo que você se interesse), eis um curso básico sobre Alex Castro, uma das pessoas mais interessantes que eu conheci nesta minha humilde vidinha (bom, ao menos são meus preferidos e, ainda, ao menos são os que me lembrei em meio à busca rápida que fiz agora):
- Primeiro, o texto a que me referi na conversa citada, Tentativa de Definição de Arrogância.
- "As Prisões" foram a razão de eu ter me apaixonado por ele. Especialmente o texto sobre Segurança.
- Eu Sou Livre! - ô, pai, vê se me entende!
- Auto-Estima Sexual.
- Fábrica de Machistas.
- Pessoas que Acreditam em Coisas.
- Não Vou Ser Levado a Sério Se Falar as Coisas Só pra Criar Polêmica.
- Incrível Capacidade de Não-Escrever.
Ah, chega, Alex já me pediu para eu parar de fazer as pessoas odiá-lo.
Beijinho, beijinho, amigo, amigo, não zanga não!
7 de dezembro de 2007
Festivais
Achei feliz o texto do destaque da agenda da semana do Caderno Dez!, do jornal A Tarde, desta terça-feira (mesmo que eles tenham cometido o erro de não citar o nome do Cascadura, um dos evidentes destaques da programação do Festival em questão):
"Todo mundo reclama, diz que não tem festival de rock na Bahia, que o Festival de Verão não traz nada de diferente. Então não tem desculpa para não ir no 3º Boom Bahia, que além de tudo é de graça. Tudo bem que o festival também não tem atrações muito esperadas, mas tem Snoozer [SE], Montage [CE], Wander Wildner [RS] e, melhor que todos eles, Retrofoguetes [BA]. Lá, também vão aparecer Rebeca Matta, Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta, Pessoas Invisíveis, Berlinda e os DJs Big Brother, Adriana Prates e Mauro Telefunksoul. Outro bom motivo para ir no 3º Boom Bahia é visitar o Pelourinho. Depois do marasmo, estão rolando muitos shows legais por lá. Pro reclamão, não tem desculpa."
Cascadura, por Ricardo Ferro
Lou, por Igor B.
Aguarraz, por Paula Meyer
"Todo mundo reclama, diz que não tem festival de rock na Bahia, que o Festival de Verão não traz nada de diferente. Então não tem desculpa para não ir no 3º Boom Bahia, que além de tudo é de graça. Tudo bem que o festival também não tem atrações muito esperadas, mas tem Snoozer [SE], Montage [CE], Wander Wildner [RS] e, melhor que todos eles, Retrofoguetes [BA]. Lá, também vão aparecer Rebeca Matta, Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta, Pessoas Invisíveis, Berlinda e os DJs Big Brother, Adriana Prates e Mauro Telefunksoul. Outro bom motivo para ir no 3º Boom Bahia é visitar o Pelourinho. Depois do marasmo, estão rolando muitos shows legais por lá. Pro reclamão, não tem desculpa."
Caderno Dez!, Jornal A Tarde, 04/12/2007
Por falar nisso, o Festival de Verão - batizado por Luciano Matos como Festival de Merdão depois de ter sido divulgada a lastimável grade de atrações do seu palco principal - deu uma boa suspirada e saiu do coma vegetativo ao confirmar a maior parte dos nomes do "Palco Tendências": tem Cachorro Grande e Pato Fu, além de minhas queridas e adoradas bandas-clientes: Cascadura, Lou e Aguarraz.
Ufa, tem gente de bom gosto envolvida no troço!
Então: eba! Bingo!
Pelo visto, estarei lá, feliz, todos os dias.



6 de dezembro de 2007
Liniers

Recuar. Fraquejar. Conformar. Desistir.
É meu hábito?
Ou minha hora de roubar a lua?
(Indicado por Dani, estou babando e consumindo compulsivamente.
Não percam as tirinhas de Liniers.)
27 de novembro de 2007
Grandpa
Meu avô me confunde.
E, sempre que tento falar de quem ele é, pareço estar me contradizendo todo o tempo.
É fácil fazer uma lista de adjetivos opostos para descrevê-lo.
Parece um daqueles ditados de antônimos de quando estamos na 1ª série:
"Alegre?" - "Triste!"
"Forte?" - "Fraco!"
"Gentil?" - "Rude!"
"Amável?" - "Áspero!"
"Repulsivo?" - "Simpático!"
"Mau?" - "Bom!"
Consigo visualizar com nitidez os dois homens que habitam dentro do meu avô. É assim, talvez, porque ele é uma pessoa de extremos. É 8 ou 80. Ama ou odeia. É amigo-irmão ou inimigo de morte. No entanto, espremendo tudo, tirando os excessos que disfarçam sua consciência, fica aqui para mim, transparente como água, uma verdade incontestável: meu avô tem o maior e mais mole coração do mundo. É um menino bobo, que choraminga à toa, que tem dificuldade em dizer "não", que faz qualquer coisa por aqueles que ama.
Também não é difícil fazer uma lista das coisas chatas que meu avô me fez viver e de certas teorias doidas que tentou me ensinar. Hoje, “do alto de minha adultez”, eu compreendo as razões de suas famosas imprudências: meu avô é um homem da década de 20, educado de maneira severa, instruído a manter uma tal honradez masculina, dos valores rígidos de moral e família, logicamente distante do universo feminino e, sobretudo, drasticamente oposta à liberdade sexual (de quem não é macho, presume-se). Já pedi desculpas pessoalmente a Luiz Mott, ex-presidente do Grupo Gay da Bahia, pela intolerância que meu avô um dia teve espaço para disseminar. Pedi desculpas em nome dele, em meu nome, em nome deste sobrenome marcante que carregamos. Acho que, se meu avô fosse um homem menos orgulhoso, faria o mesmo, hoje. Infelizmente, creio que vai partir deste mundo deixando a fama de ser o “homófobo mais raivoso do Brasil”, como o próprio Mott definiu.
Faço críticas a meu avô abertamente, inclusive diante daquelas pessoas que vêm me felicitar por ser neta dele, em especial quando as razões das congratulações se argumentam neste sentido: é claro que me dá agonia quando alguém se aproxima e sacode minha mão dizendo que “ainda bem que existem pessoas como Seu José, para defender a moral e os bons costumes deste país sem-vergonha”. Sem-vergonha este país é, quem sou eu para discordar, mas vergonhoso mesmo é achar que homem que beija na boca de homem pode causar algum problema para a sociedade em decorrência deste fato, pontual e simplesmente. Me poupem.
A despeito disso tudo, carrego muito orgulho por ser neta de José Augusto Berbert de Castro. Sim. Meu avô me ensinou a ter gosto por leitura, por filmes, por conhecimento. Meu avô me proporcionou muitas coisas, foi muito presente na minha infância, cuidou de mim, me deu carinho e amor daqueles que chegam a ser sufocantes! Meu avô é um homem cultíssimo, de memória impressionante. Um contador de histórias que adora divertir as pessoas e falar das emoções da vida. Meu avô conquistou espaço, respeito e reconhecimento através do seu trabalho, mesmo em meio a tantas polêmicas. E é um belo exemplo de lealdade, firmeza e honestidade.
Definir meu avô e contar o que ele representa em minha vida é tarefa que me custaria um livro, sem exagero. Um dia, quem sabe, faço isso. Talvez me cobrem. Espero mesmo que nunca esqueçam de quem sou neta.
Recentemente, o melhor amigo da juventude do meu avô faleceu. Aconteceu depois de eles terem passado anos - muitos anos - sem se falar. Brigaram e ficaram de mal até o fim. E ele chorou e sofreu como uma criança, escondido. Meu avô finge que é mau, finge que é rude, mas, creiam, quem mais carrega dor por isso é ele próprio.
Amo aquele velhinho frágil, amo muito.
E, hoje, desejo que o seu aniversário seja feliz, que sua saúde se fortaleça e que seus dias sejam mais tranqüilos.
Ele merece.
Parabéns, vovô.
E, sempre que tento falar de quem ele é, pareço estar me contradizendo todo o tempo.
É fácil fazer uma lista de adjetivos opostos para descrevê-lo.
Parece um daqueles ditados de antônimos de quando estamos na 1ª série:
"Alegre?" - "Triste!"
"Forte?" - "Fraco!"
"Gentil?" - "Rude!"
"Amável?" - "Áspero!"
"Repulsivo?" - "Simpático!"
"Mau?" - "Bom!"
Consigo visualizar com nitidez os dois homens que habitam dentro do meu avô. É assim, talvez, porque ele é uma pessoa de extremos. É 8 ou 80. Ama ou odeia. É amigo-irmão ou inimigo de morte. No entanto, espremendo tudo, tirando os excessos que disfarçam sua consciência, fica aqui para mim, transparente como água, uma verdade incontestável: meu avô tem o maior e mais mole coração do mundo. É um menino bobo, que choraminga à toa, que tem dificuldade em dizer "não", que faz qualquer coisa por aqueles que ama.
Também não é difícil fazer uma lista das coisas chatas que meu avô me fez viver e de certas teorias doidas que tentou me ensinar. Hoje, “do alto de minha adultez”, eu compreendo as razões de suas famosas imprudências: meu avô é um homem da década de 20, educado de maneira severa, instruído a manter uma tal honradez masculina, dos valores rígidos de moral e família, logicamente distante do universo feminino e, sobretudo, drasticamente oposta à liberdade sexual (de quem não é macho, presume-se). Já pedi desculpas pessoalmente a Luiz Mott, ex-presidente do Grupo Gay da Bahia, pela intolerância que meu avô um dia teve espaço para disseminar. Pedi desculpas em nome dele, em meu nome, em nome deste sobrenome marcante que carregamos. Acho que, se meu avô fosse um homem menos orgulhoso, faria o mesmo, hoje. Infelizmente, creio que vai partir deste mundo deixando a fama de ser o “homófobo mais raivoso do Brasil”, como o próprio Mott definiu.
Faço críticas a meu avô abertamente, inclusive diante daquelas pessoas que vêm me felicitar por ser neta dele, em especial quando as razões das congratulações se argumentam neste sentido: é claro que me dá agonia quando alguém se aproxima e sacode minha mão dizendo que “ainda bem que existem pessoas como Seu José, para defender a moral e os bons costumes deste país sem-vergonha”. Sem-vergonha este país é, quem sou eu para discordar, mas vergonhoso mesmo é achar que homem que beija na boca de homem pode causar algum problema para a sociedade em decorrência deste fato, pontual e simplesmente. Me poupem.
A despeito disso tudo, carrego muito orgulho por ser neta de José Augusto Berbert de Castro. Sim. Meu avô me ensinou a ter gosto por leitura, por filmes, por conhecimento. Meu avô me proporcionou muitas coisas, foi muito presente na minha infância, cuidou de mim, me deu carinho e amor daqueles que chegam a ser sufocantes! Meu avô é um homem cultíssimo, de memória impressionante. Um contador de histórias que adora divertir as pessoas e falar das emoções da vida. Meu avô conquistou espaço, respeito e reconhecimento através do seu trabalho, mesmo em meio a tantas polêmicas. E é um belo exemplo de lealdade, firmeza e honestidade.
Definir meu avô e contar o que ele representa em minha vida é tarefa que me custaria um livro, sem exagero. Um dia, quem sabe, faço isso. Talvez me cobrem. Espero mesmo que nunca esqueçam de quem sou neta.
Recentemente, o melhor amigo da juventude do meu avô faleceu. Aconteceu depois de eles terem passado anos - muitos anos - sem se falar. Brigaram e ficaram de mal até o fim. E ele chorou e sofreu como uma criança, escondido. Meu avô finge que é mau, finge que é rude, mas, creiam, quem mais carrega dor por isso é ele próprio.
Amo aquele velhinho frágil, amo muito.
E, hoje, desejo que o seu aniversário seja feliz, que sua saúde se fortaleça e que seus dias sejam mais tranqüilos.
Ele merece.
Parabéns, vovô.
26 de novembro de 2007
Uma correntezinha não dói
Estou eu dando uma geral por um dos meus blogs preferidos, de um amigo queridíssimo e adorável, quando me deparo com uma intimação daquelas que não doem, daquelas que dão vontade de cumprir na hora, seguindo as regrinhas direitinho.
Vejamos:
1ª) Pegue um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2ª) Abra na página 161;
3ª) Procure a 5ª frase completa;
4ª) Poste essa frase em seu blog;
5ª) Não escolha a melhor frase nem o melhor livro;
6ª) Repasse para outros 5 blogueiros.
Olhei pra mesinha daqui do lado e não acreditei: o livro que estava posto ao alcance de minhas mãos foi o mesmo que estava na cabeceira de Lemu quando ele propôs a tarefa, há mais de um mês. Venho atrasada, mas não vou repetir a frase, vou catar o segundo livro mais perto de mim:
Cleo, deitada na cama, pensava na morte.
(Cleo e Daniel, de Roberto Freire.)
Caralho, parece aviso.
Repassemos:
Clóvis, Jô, Buja, Dani e Luíza, é com vocês.
Vejamos:
1ª) Pegue um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2ª) Abra na página 161;
3ª) Procure a 5ª frase completa;
4ª) Poste essa frase em seu blog;
5ª) Não escolha a melhor frase nem o melhor livro;
6ª) Repasse para outros 5 blogueiros.
Olhei pra mesinha daqui do lado e não acreditei: o livro que estava posto ao alcance de minhas mãos foi o mesmo que estava na cabeceira de Lemu quando ele propôs a tarefa, há mais de um mês. Venho atrasada, mas não vou repetir a frase, vou catar o segundo livro mais perto de mim:
Cleo, deitada na cama, pensava na morte.
(Cleo e Daniel, de Roberto Freire.)
Caralho, parece aviso.
Repassemos:
Clóvis, Jô, Buja, Dani e Luíza, é com vocês.
21 de novembro de 2007
Só deixo meu coração na mão de quem pode
É um saco blog cheio de letra de música, sim, um saco bem cheio. Mas Clóvis veio e me apresentou esta daí como sendo meu hino. Gostei. Queria mesmo que fosse - tão simples. Meu coração não é tão regrado, talvez também não tão exigente, e o ciúme nem sempre é só vaidade. Publico, porém, porque gostaria de ser segura e decidida a ponto de cantar isso como meu. Não sou tudo que pareço e enceno. Não tenho a força e a gentileza que em mim enxergam. Tenho mais medos e angústias do que o previsto, guardo lágrimas contidas da vergonha que sinto por ser gente quando se dizem surpresos por eu ser como sou. Temo a média que apontam ultrapassada por mim - que raça é essa, então, eu que sou esse pouco daqui? Temo e busco quem não me diga tanto. Garimpemos enquanto há impulso, enquanto há carência. No resto do tempo, sejamos sociais, obrigada. A verdade é que desisti do mundo há tempos, habito por dentro, virando do avesso, entrando pela boca até voltar ao normal - e começar de novo. Só eu entro em mim. O que está por fora, já que está aqui, sorri e se diverte, finge estar em casa. Lastimar-se é perda de tempo, já que não tem jeito, existem coisas mais gostosas a se fazer. Queria que fosse meu hino não só pelo que mostro, mas também pelo que vivo. Publico. Que assim seja.
Só deixo meu coração na mão de quem pode
Fazer da minha alma suporte pra uma vida insinuante
Insinuante anti-tudo que não possa ser
Bossa Nova hardcore
Bossa Nova nota dez
Quero dizer
Eu tô pra tudo nesse mundo
Então só vou deixar meu coração
A alma do meu corpo
Na mão de quem pode
Na mão de quem pode e absorve todo céu, qualquer inferno
Inspiração de mutação da vagabunda intenção
De se jogar na dança absoluta
Da matança do que é tédio, conformismo, aceitação
Do “fico aqui, vou te levando nessa dança”
Submundo pode tudo do amor
Pode tudo do amor
Porque não quero teu ciúme que é o cúmulo
Ciúme é acúmulo de dúvida, incerteza de si mesmo
Projetado, assim jogado
Como lama anti-erótica na cara do desejo mais intenso de ficar com a pessoa
E eu não tô à toa
Eu sou muito boa
Eu sou muito boa pra vida
Eu sou a vida oferecida como dança
E não quero te dar gelo
Jealous guy
Vê se aprende, se desprende
Vem pra mim
Que sou esfinge do amor
Te sussurrando: decifra-me
Só deixo minha alma, só deixo o coração
Só deixo minha alma na mão de quem pode
Só deixo minha alma
Só deixo meu coração na mão de quem ama solto
Eu vou dizendo
Que só deixo minha alma, só deixo meu coração
Na mão de quem pode fazer dele erótico suporte
Pra tudo que é ótimo fator vital
(Katia B, Marcos Cunha, Plínio Profeta, Fausto Fawcett)
Ah! Leiam isso. Indico.
Ai, ai.
Só deixo meu coração na mão de quem pode
Fazer da minha alma suporte pra uma vida insinuante
Insinuante anti-tudo que não possa ser
Bossa Nova hardcore
Bossa Nova nota dez
Quero dizer
Eu tô pra tudo nesse mundo
Então só vou deixar meu coração
A alma do meu corpo
Na mão de quem pode
Na mão de quem pode e absorve todo céu, qualquer inferno
Inspiração de mutação da vagabunda intenção
De se jogar na dança absoluta
Da matança do que é tédio, conformismo, aceitação
Do “fico aqui, vou te levando nessa dança”
Submundo pode tudo do amor
Pode tudo do amor
Porque não quero teu ciúme que é o cúmulo
Ciúme é acúmulo de dúvida, incerteza de si mesmo
Projetado, assim jogado
Como lama anti-erótica na cara do desejo mais intenso de ficar com a pessoa
E eu não tô à toa
Eu sou muito boa
Eu sou muito boa pra vida
Eu sou a vida oferecida como dança
E não quero te dar gelo
Jealous guy
Vê se aprende, se desprende
Vem pra mim
Que sou esfinge do amor
Te sussurrando: decifra-me
Só deixo minha alma, só deixo o coração
Só deixo minha alma na mão de quem pode
Só deixo minha alma
Só deixo meu coração na mão de quem ama solto
Eu vou dizendo
Que só deixo minha alma, só deixo meu coração
Na mão de quem pode fazer dele erótico suporte
Pra tudo que é ótimo fator vital
(Katia B, Marcos Cunha, Plínio Profeta, Fausto Fawcett)
Ah! Leiam isso. Indico.
Ai, ai.
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