10 de março de 2008
I just don't know what to do with myself
Aí eu questiono o tamanho da minha frieza, dos meus cálculos. Do meu modo contraditório – e tonto, que me deixa com aquele ardido esquisito na cabeça que só muitas voltas em torno de si mesmo, ou muitas dúvidas, causam – de saborear sabores, cheirar cheiros, tocar toques. Porque sou inconseqüentemente intensa na mesma medida em que sou terrivelmente controlada (e me entrego tanto quanto teorizo, e sou fútil tanto quanto sou densa). Eu nunca me entendo, mesmo sabendo com autoridade as coisas de mim. Eu não entendo como posso não levar as coisas a sério, já que sou assim engajada com tudo. Enquanto analiso a lógica de cada movimento, e compreendo a razão de ser do que é, eu vejo bem claramente que nada tem sentido, mesmo que tenha. Eu digo sim e não para todas as perguntas o tempo todo.
7 de março de 2008
Óbvio
Tomei coragem e escrevi de ponta a ponta o nome inteiro, desenhando cada letra com bravura, ciente do resultado que viria e da palavra que se formaria. Foi uma decisão consciente empunhar a caneta e fazer com força as linhas que tornariam tudo sólido, visível, compreensível. Legível. Fiquei assistindo minha mão espalhar a tinta, formando aquilo diante de meus olhos. Escrevi. Com cuidado e capricho. Demorei mais na primeira consoante, com certo medo de seguir em frente, assustada com o que me impulsionava a superar o que nego: assunção. Vai lá, pega e escreve, não é o que tem vontade de pintar pelo seu caderno? Então respirei, abri a página, abri e olhei o papel em branco: vai. Comecei reticente, cuspindo com os dedos. Trêmula, viciada, meio infantil. Linha, letra, risco, pronto. Não sei quanto tempo durou. Passou rápido e lento, talvez congelado, talvez sem mim, certamente distante dos que pudessem estar vendo, também surdo para quem estava falando. Depois de completo, acho que sorri por um instante e fechei o caderno. Acho que parei por meio segundo e li inteiro. Acho que foi forte demais. Revejo na mente, não sei quando terei novo ímpeto para buscar a página usada neste bloco de tantas folhas.
26 de fevereiro de 2008
De como as lágrimas secaram
Eu estava apaixonada. Bobamente e deliciosamente apaixonada. Com gosto de vida acontecendo, de vontade indisfarçável, de que tudo é sim, de que o coração acelerado impulsiona sem medida, em que não há tempo, não há dificuldade. Com aquela felicidade que, de tão boba, é sem letra. Com aquela cara besta reconhecível de longe, e as mãos seguram o queixo para dar suporte às viagens da mente, aos olhos perdidos e ao riso incontido. Aquela paixão nova que te transporta para filmes, com trilha sonora escolhida, com dança pelas ruas, com gosto do beijo e sensações vividas pulando na memória a todo tempo, fervendo mais a euforia, até transbordar.
Eu estava bem pelo que estava sentindo. Ele, não. Mas eu não sabia. Não claramente.
Saímos, como em qualquer outro dia. Desta vez, porém, rodamos a cidade inteira discutindo o que pensávamos e como víamos aquilo tudo. Foram horas. Horas de uma conversa muito difícil, muito honesta. Muito dolorosa.
Paramos num posto de gasolina. Vou pegar uma cerveja. Ele fica no carro. Minha amiga me liga.
- Tudo bem?
- Não, não está. Mas não me pergunte a razão. Se eu falar, vou chorar, e o choro está aqui na ponta do olho, e eu não quero virar uma poça de lágrimas neste momento.
- Chora, não é melhor?
- É. Mas não agora, não aqui. Não vou falar mais. A lágrima está quase se formando, está quase pingando. Vou secá-las à força. Mas não demoro de chegar em casa. Aí te ligo e conto e choro tudo.
Olhei para o alto, esperei o olho molhado ficar seco. Voltei para o carro. Voltei para casa. E não chorei mais. Não saiu. Nunca mais. Nunca mais chorei por ninguém.
Eu estava bem pelo que estava sentindo. Ele, não. Mas eu não sabia. Não claramente.
Saímos, como em qualquer outro dia. Desta vez, porém, rodamos a cidade inteira discutindo o que pensávamos e como víamos aquilo tudo. Foram horas. Horas de uma conversa muito difícil, muito honesta. Muito dolorosa.
Paramos num posto de gasolina. Vou pegar uma cerveja. Ele fica no carro. Minha amiga me liga.
- Tudo bem?
- Não, não está. Mas não me pergunte a razão. Se eu falar, vou chorar, e o choro está aqui na ponta do olho, e eu não quero virar uma poça de lágrimas neste momento.
- Chora, não é melhor?
- É. Mas não agora, não aqui. Não vou falar mais. A lágrima está quase se formando, está quase pingando. Vou secá-las à força. Mas não demoro de chegar em casa. Aí te ligo e conto e choro tudo.
Olhei para o alto, esperei o olho molhado ficar seco. Voltei para o carro. Voltei para casa. E não chorei mais. Não saiu. Nunca mais. Nunca mais chorei por ninguém.
25 de fevereiro de 2008
Fried Green Tomatoes
24 de fevereiro de 2008
Dois em Um
Luisão escreve. Escreve umas facadas de maneira sutil, quase lúdica, quase como uma criança diria. E dói, quase sempre dói pra caralho, ler, ouvir.
Aí ele se junta a Fernanda, aquela mulher saída de um quadro perfeito, e criam, montam, esculpem, e ela canta - sem firula, sem frescura, só com sua vozinha que se finge de pequenininha, mas que é cheia de autoridade e que aumenta a força do golpe afiado.
Eu sofro horrores ouvindo Dois em Um.
Deixem de se fazer de bonzinhos, deixem de se fazer de inofensivos e parem de me fazer em pensar em bobagens, seus malvados.
Aí ele se junta a Fernanda, aquela mulher saída de um quadro perfeito, e criam, montam, esculpem, e ela canta - sem firula, sem frescura, só com sua vozinha que se finge de pequenininha, mas que é cheia de autoridade e que aumenta a força do golpe afiado.
Eu sofro horrores ouvindo Dois em Um.
Deixem de se fazer de bonzinhos, deixem de se fazer de inofensivos e parem de me fazer em pensar em bobagens, seus malvados.
12 de fevereiro de 2008
Pê Esses
P.S. 1: Eu adorei os comentários todos do último post. Adorei. Adorei.
P.S. 2: Têm rolado uns comentários de gente dizendo querer me conhecer. Poxa, também queria poder querer conhecê-los, saiam do anonimato!
P.S. 2: Têm rolado uns comentários de gente dizendo querer me conhecer. Poxa, também queria poder querer conhecê-los, saiam do anonimato!
17 de janeiro de 2008
Uma dor sem resposta
E quando alguém que está terminando um relacionamento, cheio de medo e coragem misturados, pergunta: "Será que um dia eu serei feliz para sempre?", o que é que se responde?
14 de janeiro de 2008
- Você se apaixona?
- Ahn?? Se eu me apaixono?
- A impressão que tenho é que você é tão independente, mas tão independente, que é auto-suficiente...
Sim, eu me apaixono. Me apaixono e gosto de me apaixonar. Me apaixono fácil e acho este o tempero mais gostoso da vida. Me apaixono por detalhes e busco razões em tudo para me sentir apaixonada. Que seja um beijo, um segundo, um relance. Adoro me sentir encantada e encontrar motivos para que meus olhos brilhem. Eu futuco, eu observo, eu pergunto, eu garimpo. Eu preciso descobrir e matar minhas muitas sedes. Sempre me entrego, seja qual for o modo que esta entrega possa ser vivida. Não quero o mais ou menos, nem a sensação de estar gastando meu tempo com algo que não tenha poder de ser fulminante – e me esbaldo com a intensidade que não sei deixar de ter ao experimentar o mundo. Eu sou assim, uma pessoa de paixões. Sou tão dada e escrava do que sinto que me torno contraditoriamente independente. Sou dona do que sou e não tenho medo do que desejo. Sim, eu me apaixono, me apaixono sempre. Nunca é vão.
- A impressão que tenho é que você é tão independente, mas tão independente, que é auto-suficiente...
Sim, eu me apaixono. Me apaixono e gosto de me apaixonar. Me apaixono fácil e acho este o tempero mais gostoso da vida. Me apaixono por detalhes e busco razões em tudo para me sentir apaixonada. Que seja um beijo, um segundo, um relance. Adoro me sentir encantada e encontrar motivos para que meus olhos brilhem. Eu futuco, eu observo, eu pergunto, eu garimpo. Eu preciso descobrir e matar minhas muitas sedes. Sempre me entrego, seja qual for o modo que esta entrega possa ser vivida. Não quero o mais ou menos, nem a sensação de estar gastando meu tempo com algo que não tenha poder de ser fulminante – e me esbaldo com a intensidade que não sei deixar de ter ao experimentar o mundo. Eu sou assim, uma pessoa de paixões. Sou tão dada e escrava do que sinto que me torno contraditoriamente independente. Sou dona do que sou e não tenho medo do que desejo. Sim, eu me apaixono, me apaixono sempre. Nunca é vão.
7 de janeiro de 2008
Repentistas
Esta mereceu sair das páginas do fotolog e vir pro blog.
A bela e a fera
Era sexta-feira à noite, nada interessante pra fazer,
Talvez assistir Globo Repórter Especial na TV.
Dei (lá ele) uma olhada no jornal atrás de novidade,
Algo de novo acontecendo pela cidade.
Mas a impressão é que nada acontecia
Justamente em Salvador, a cidade da magia.
Ok, exagero meu. Se quisesse na jaca meter o pé,
Podia pagar pra ver o show do Parangolé.
Shows desse tipo, entretanto, não vou amiúde
Pois acredito que fazem muito mal a saúde.
Permaneci pensando, então – eterna labuta –
Quase sucumbindo a um tédio filho da ....
Estava disposto a pegar a moto, até ir tomar um vinho
Só pra não ficar em casa me deprimindo sozinho.
Foi quando tocou o telefone e era o meu amigo Xandão
Convidando-me pra aparecer no Balcão.
Justamente onde tinha passado meu reveillon,
A BANDA DE ROCK estaria fazendo um som!
Saltei da poltrona, não contei conversa
E me arrumei em poucos minutos com muita pressa
Pois, incrivelmente, no momento atual
Ainda existe uma banda relativamente pontual,
E também eu já estava certo que o meu dia
Necessitava ao menos uma boa melodia
Para que eu fosse, sei lá quando, dormir em paz
Pois axé, pagode e arrocha eu não agüento mais.
Na mesma mesa: Renaty, Nanda e Xandão...
Uma overdose de amigos pra esse velho coração!
Eu estava emocionado, bobo que sou,
Com as pessoas que amo além do bom e velho rock n roll!
E naquela noite, ainda sentado à mesa
Fiquei feliz com a grata surpresa
De que a melhor banda de rock do mundo (há quem jure!!!)
Teria o retorno de Ricardo Cury.
Foi quando vi chegar, entre todas, a maior Cascadurete:
Ninguém mais ninguém menos que Paula Berbert!
Educadamente falou com todos e sentou ao nosso lado
Chamou o garçon e pediu logo um destilado!
Um drink aqui, outro acolá
E eu pensando: quero ver onde isso vai dar!
De repente, levantou-se como se fosse sair
Mas que nada! Sem qualquer medo de cair
Num rompante, sem eira nem beira,
Suspendeu o vestido e pulou pra cima da cadeira!
Alheia aos amigos que permaneciam se preocupando,
Paula, com passinhos seguros e leves seguia dançando.
Dois rapazes espertos, nada trouxas,
Ficaram boquiabertos com o par de coxas
Aparecendo por baixo daquele vestido
Que com uns 50cm a mais tornar-se-ia apenas semi-comprido!
O mais interessado de todos no ocorrido, entretanto,
Estava ali, sentadinho ao lado, bem no canto
Aproveitando, de forma sucinta e apropriada o grato ensejo
Para expressar, em nome de todos os homens, por Paulinha, desejo!
Vocês, leitores, não acham que diante da deusa, nosso querido Xandão
Mais se assemelha com um fofíssimo cachorro pidão!?

Retribuição!
Era sexta-feira à noite, eu do outro lado da cidade
Doida para ir ao Rio Vermelho matar a saudade
Minha Primoca estaria lá com os amigos
Entre eles o cara que “eu já gosto”, o tal do Lubisco
Cheguei feliz e contente e me aproximei
E uma singela dose de vodka eu solicitei
Uma apenas, umazinha só
Só para aquecer e a festa ficar melhor
E no impulso natural que no meu sangue corre
Levantei-me para dançar – nada a ver com porre!
Querendo manter a honra e a tradição
Subi na cadeira, com meu copo na mão
Apenas uma cena ingênua, como podem notar
Passinhos de danças, risos e poses pra fotografar
O vestido era curto, mas nem era esse exagero!
Estava tudo bem coberto, nao me deixe em desespero
O bom comportamento reinou com maestria
Nada que não fosse simples expressão de alegria!
Xandão, bom ator, criou a cena ao meu lado
Para virar foto engraçadinha, tudo bem montado.
Agora abro a internet e me deparo com a surpresa
Depois da gargalhada, retribuo a gentileza
Cheguei a pensar se me sentia homenageada,
Se morria de vergonha ou se ficava aqui chocada
Mas, na real, caretice não é comigo não
E eu vejo tudo isso com enorme emoção!
Agora que consegui parar de chorar de rir
Venho cheia de orgulho registrar aqui:
Eu sou mesmo uma pessoa muito privilegiada
Por ter ao meu redor tanta gente inspirada
Obrigada pela homenagem, Lubisco e Primoca queridos
Obrigada tambem a Xandão, assistente preferido
Me despeço feliz e emocionada, me sentindo A famosa
Na torcida de que venham muito mais noites deliciosas!
Retribuição da retribuição
Ora, ora quem diria!
Disso realmente não sabia!
Além da perna atlética
Paula tem uma veia poética!
Mostrou-se muito hábil
Com rima fluida, divertida e ágil.
Porém, tão ruim como sentir fome
É conseguir rima para o meu nome.
Humildemente, Paulinha, estendo a mão
E deixo aqui uma pequena lição:
Não fazia sol, caía um leve chuvisco.
E um amigo meu, que rompera o menisco
Ficava em casa fazendo rabisco
Vendo televisão e comento petisco.
De comer tudo e tanto, menos marisco,
- Sempre refogado com tempero Arisco -
Ficou grande como um obelisco.
Brincadeiras à parte,
Aproveitemos esse pé na arte!
Que se divulgue no A Tarde, Istoé e Veja
O nascimento de uma dupla nada sertaneja
Pronta pra, sem modéstia alguma, dar aula.
Abram alas, senhoras e senhores, a Lubisco & Paula.
A bela e a fera
Era sexta-feira à noite, nada interessante pra fazer,
Talvez assistir Globo Repórter Especial na TV.
Dei (lá ele) uma olhada no jornal atrás de novidade,
Algo de novo acontecendo pela cidade.
Mas a impressão é que nada acontecia
Justamente em Salvador, a cidade da magia.
Ok, exagero meu. Se quisesse na jaca meter o pé,
Podia pagar pra ver o show do Parangolé.
Shows desse tipo, entretanto, não vou amiúde
Pois acredito que fazem muito mal a saúde.
Permaneci pensando, então – eterna labuta –
Quase sucumbindo a um tédio filho da ....
Estava disposto a pegar a moto, até ir tomar um vinho
Só pra não ficar em casa me deprimindo sozinho.
Foi quando tocou o telefone e era o meu amigo Xandão
Convidando-me pra aparecer no Balcão.
Justamente onde tinha passado meu reveillon,
A BANDA DE ROCK estaria fazendo um som!
Saltei da poltrona, não contei conversa
E me arrumei em poucos minutos com muita pressa
Pois, incrivelmente, no momento atual
Ainda existe uma banda relativamente pontual,
E também eu já estava certo que o meu dia
Necessitava ao menos uma boa melodia
Para que eu fosse, sei lá quando, dormir em paz
Pois axé, pagode e arrocha eu não agüento mais.
Na mesma mesa: Renaty, Nanda e Xandão...
Uma overdose de amigos pra esse velho coração!
Eu estava emocionado, bobo que sou,
Com as pessoas que amo além do bom e velho rock n roll!
E naquela noite, ainda sentado à mesa
Fiquei feliz com a grata surpresa
De que a melhor banda de rock do mundo (há quem jure!!!)
Teria o retorno de Ricardo Cury.
Foi quando vi chegar, entre todas, a maior Cascadurete:
Ninguém mais ninguém menos que Paula Berbert!
Educadamente falou com todos e sentou ao nosso lado
Chamou o garçon e pediu logo um destilado!
Um drink aqui, outro acolá
E eu pensando: quero ver onde isso vai dar!
De repente, levantou-se como se fosse sair
Mas que nada! Sem qualquer medo de cair
Num rompante, sem eira nem beira,
Suspendeu o vestido e pulou pra cima da cadeira!
Alheia aos amigos que permaneciam se preocupando,
Paula, com passinhos seguros e leves seguia dançando.
Dois rapazes espertos, nada trouxas,
Ficaram boquiabertos com o par de coxas
Aparecendo por baixo daquele vestido
Que com uns 50cm a mais tornar-se-ia apenas semi-comprido!
O mais interessado de todos no ocorrido, entretanto,
Estava ali, sentadinho ao lado, bem no canto
Aproveitando, de forma sucinta e apropriada o grato ensejo
Para expressar, em nome de todos os homens, por Paulinha, desejo!
Vocês, leitores, não acham que diante da deusa, nosso querido Xandão
Mais se assemelha com um fofíssimo cachorro pidão!?
Retribuição!
Era sexta-feira à noite, eu do outro lado da cidade
Doida para ir ao Rio Vermelho matar a saudade
Minha Primoca estaria lá com os amigos
Entre eles o cara que “eu já gosto”, o tal do Lubisco
Cheguei feliz e contente e me aproximei
E uma singela dose de vodka eu solicitei
Uma apenas, umazinha só
Só para aquecer e a festa ficar melhor
E no impulso natural que no meu sangue corre
Levantei-me para dançar – nada a ver com porre!
Querendo manter a honra e a tradição
Subi na cadeira, com meu copo na mão
Apenas uma cena ingênua, como podem notar
Passinhos de danças, risos e poses pra fotografar
O vestido era curto, mas nem era esse exagero!
Estava tudo bem coberto, nao me deixe em desespero
O bom comportamento reinou com maestria
Nada que não fosse simples expressão de alegria!
Xandão, bom ator, criou a cena ao meu lado
Para virar foto engraçadinha, tudo bem montado.
Agora abro a internet e me deparo com a surpresa
Depois da gargalhada, retribuo a gentileza
Cheguei a pensar se me sentia homenageada,
Se morria de vergonha ou se ficava aqui chocada
Mas, na real, caretice não é comigo não
E eu vejo tudo isso com enorme emoção!
Agora que consegui parar de chorar de rir
Venho cheia de orgulho registrar aqui:
Eu sou mesmo uma pessoa muito privilegiada
Por ter ao meu redor tanta gente inspirada
Obrigada pela homenagem, Lubisco e Primoca queridos
Obrigada tambem a Xandão, assistente preferido
Me despeço feliz e emocionada, me sentindo A famosa
Na torcida de que venham muito mais noites deliciosas!
Retribuição da retribuição
Ora, ora quem diria!
Disso realmente não sabia!
Além da perna atlética
Paula tem uma veia poética!
Mostrou-se muito hábil
Com rima fluida, divertida e ágil.
Porém, tão ruim como sentir fome
É conseguir rima para o meu nome.
Humildemente, Paulinha, estendo a mão
E deixo aqui uma pequena lição:
Não fazia sol, caía um leve chuvisco.
E um amigo meu, que rompera o menisco
Ficava em casa fazendo rabisco
Vendo televisão e comento petisco.
De comer tudo e tanto, menos marisco,
- Sempre refogado com tempero Arisco -
Ficou grande como um obelisco.
Brincadeiras à parte,
Aproveitemos esse pé na arte!
Que se divulgue no A Tarde, Istoé e Veja
O nascimento de uma dupla nada sertaneja
Pronta pra, sem modéstia alguma, dar aula.
Abram alas, senhoras e senhores, a Lubisco & Paula.
28 de dezembro de 2007
Eu amo muito minha vida
Depois me perguntam porque eu repito todo dia o quanto sou uma mulher de sorte.
Manolo diz:
viva a vodka
Paula diz:
viva!
Manolo diz:
love ya
Manolo diz:
muito louco a gente sentir um amor tamanho a ponto de ter que verbalizar [ou digitar] de tempos em tempos
Manolo diz:
quero vc pra vida inteira
Manolo diz:
te amar
Manolo diz:
te proteger
Manolo diz:
te compartilhar
Manolo diz:
te rir
Paula diz:
meu deus
Paula diz:
mega me deu uma alegria aqui no peito
Paula diz:
esquentou e tudo
Paula diz:
muito muito recíproco
Paula diz:
quero tudo isso e mais
Paula diz:
e amo saber que te tenho aqui
Paula diz:
ai
Paula diz:
que delícia
Paula diz:
AMO VOCÊ
Paula diz:
Ê!!!!
Manolo diz:
ADORO TEU ''Ê''
Paula diz:
êêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêê!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Manolo diz:
vou fazer um mantra agora
Manolo diz:
só entro em Londres
Manolo diz:
quando vc for ao meu lado
Paula diz:
adorei
Paula diz:
pronto
Paula diz:
vamos juntos
Paula diz:
nós dois
Paula diz:
a Londres
Paula diz:
caralho
Paula diz:
fechou
Manolo diz:
pois já é
Paula diz:
obrigada
Paula diz:
por existir em minha vida
Manolo diz:
vai ser um agradecimento especial na virada
Manolo diz:
por ter-te mais em 2007
Manolo diz:
sabendo de ter-te mais e mais em 2008
Manolo diz:
2009
Manolo diz:
2010...
Manolo diz:
...
Paula diz:
vou dedicar um obrigada especial a isso, sem dúvidas
Manolo diz:
tenho certeza que este ano vou chorar
Manolo diz:
na virada
Paula diz:
eu choro sempre
Manolo diz:
aliás
Manolo diz:
posso dizer
Manolo diz:
sem muito medo de errar
Manolo diz:
vc é o meu presente de 2007
Paula diz:
vc
Paula diz:
não
Paula diz:
tem
Paula diz:
noção
Paula diz:
de
Paula diz:
como
Paula diz:
me
Paula diz:
sinto
Paula diz:
socorro
Paula diz:
vou explodir aqui e já volto
Manolo diz:
VC QUER UM HOMEM PRA VIDA INTEIRA?
Paula diz:
depende do homem e depende pra quê
Manolo diz:
SIM OU NÃO?
Manolo diz:
QUER UM HOMEM PRA VIDA INTEIRA?
Paula diz:
quero
Manolo diz:
VOCÊ TEM
Manolo diz:
CINCO AO MENOS
Manolo diz:
PAI
Manolo diz:
IRMÃO
Manolo diz:
TUCA
Manolo diz:
ANGELO
Manolo diz:
MANOLO
Paula diz:
nossa
Paula diz:
nem tem noção do meu sorrisão aqui
Manolo diz:
E OUTROS QUE SEI QUE VC TEM
Manolo diz:
NÃO QUE EU QUEIRA ME COLOCAR NA QUINTA POSIÇÃO
Manolo diz:
APENAS CITEI OS QUE TENHO CERTEZA QUE TE SÃO PRA VIDA INTEIRA
Manolo diz:
E RABUJA, SORRY
Paula diz:
não existem muitos mais, mas estes são suficientes
Paula diz:
e valem cada gotinha do amor que sinto por eles
Manolo diz:
SUA PERVERTIDA
Manolo diz:
MULHER DE 6 HOMENS
Paula diz:
hahahaha
Paula diz:
iuhuuuuuuu
Paula diz:
e olha
Paula diz:
lembre que tenho dois irmãos
Paula diz:
mais um na lista
Manolo diz:
AH TAH
Manolo diz:
SORRY AGAIN
Paula diz:
ai, meu deus, eu amo minha vida
Manolo diz:
A CASA DOS SETE HOMENS
Paula diz:
minha minissérie
Manolo diz:
VC PULSA
Manolo diz:
VC VIBRA
Paula diz:
e vou ficar metida a besta
Manolo diz:
UHAUHAUHAUHUAHUHAUHA
Manolo diz:
FICA MESMO
Manolo diz:
TEM TODO DIREITO
Manolo diz:
SUA BOBOCA
Manolo diz:
BESTONA
Manolo diz:
viva a vodka
Paula diz:
viva!
Manolo diz:
love ya
Manolo diz:
muito louco a gente sentir um amor tamanho a ponto de ter que verbalizar [ou digitar] de tempos em tempos
Manolo diz:
quero vc pra vida inteira
Manolo diz:
te amar
Manolo diz:
te proteger
Manolo diz:
te compartilhar
Manolo diz:
te rir
Paula diz:
meu deus
Paula diz:
mega me deu uma alegria aqui no peito
Paula diz:
esquentou e tudo
Paula diz:
muito muito recíproco
Paula diz:
quero tudo isso e mais
Paula diz:
e amo saber que te tenho aqui
Paula diz:
ai
Paula diz:
que delícia
Paula diz:
AMO VOCÊ
Paula diz:
Ê!!!!
Manolo diz:
ADORO TEU ''Ê''
Paula diz:
êêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêê!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Manolo diz:
vou fazer um mantra agora
Manolo diz:
só entro em Londres
Manolo diz:
quando vc for ao meu lado
Paula diz:
adorei
Paula diz:
pronto
Paula diz:
vamos juntos
Paula diz:
nós dois
Paula diz:
a Londres
Paula diz:
caralho
Paula diz:
fechou
Manolo diz:
pois já é
Paula diz:
obrigada
Paula diz:
por existir em minha vida
Manolo diz:
vai ser um agradecimento especial na virada
Manolo diz:
por ter-te mais em 2007
Manolo diz:
sabendo de ter-te mais e mais em 2008
Manolo diz:
2009
Manolo diz:
2010...
Manolo diz:
...
Paula diz:
vou dedicar um obrigada especial a isso, sem dúvidas
Manolo diz:
tenho certeza que este ano vou chorar
Manolo diz:
na virada
Paula diz:
eu choro sempre
Manolo diz:
aliás
Manolo diz:
posso dizer
Manolo diz:
sem muito medo de errar
Manolo diz:
vc é o meu presente de 2007
Paula diz:
vc
Paula diz:
não
Paula diz:
tem
Paula diz:
noção
Paula diz:
de
Paula diz:
como
Paula diz:
me
Paula diz:
sinto
Paula diz:
socorro
Paula diz:
vou explodir aqui e já volto
Manolo diz:
VC QUER UM HOMEM PRA VIDA INTEIRA?
Paula diz:
depende do homem e depende pra quê
Manolo diz:
SIM OU NÃO?
Manolo diz:
QUER UM HOMEM PRA VIDA INTEIRA?
Paula diz:
quero
Manolo diz:
VOCÊ TEM
Manolo diz:
CINCO AO MENOS
Manolo diz:
PAI
Manolo diz:
IRMÃO
Manolo diz:
TUCA
Manolo diz:
ANGELO
Manolo diz:
MANOLO
Paula diz:
nossa
Paula diz:
nem tem noção do meu sorrisão aqui
Manolo diz:
E OUTROS QUE SEI QUE VC TEM
Manolo diz:
NÃO QUE EU QUEIRA ME COLOCAR NA QUINTA POSIÇÃO
Manolo diz:
APENAS CITEI OS QUE TENHO CERTEZA QUE TE SÃO PRA VIDA INTEIRA
Manolo diz:
E RABUJA, SORRY
Paula diz:
não existem muitos mais, mas estes são suficientes
Paula diz:
e valem cada gotinha do amor que sinto por eles
Manolo diz:
SUA PERVERTIDA
Manolo diz:
MULHER DE 6 HOMENS
Paula diz:
hahahaha
Paula diz:
iuhuuuuuuu
Paula diz:
e olha
Paula diz:
lembre que tenho dois irmãos
Paula diz:
mais um na lista
Manolo diz:
AH TAH
Manolo diz:
SORRY AGAIN
Paula diz:
ai, meu deus, eu amo minha vida
Manolo diz:
A CASA DOS SETE HOMENS
Paula diz:
minha minissérie
Manolo diz:
VC PULSA
Manolo diz:
VC VIBRA
Paula diz:
e vou ficar metida a besta
Manolo diz:
UHAUHAUHAUHUAHUHAUHA
Manolo diz:
FICA MESMO
Manolo diz:
TEM TODO DIREITO
Manolo diz:
SUA BOBOCA
Manolo diz:
BESTONA
Assinar:
Postagens (Atom)



